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Comandos de infra que de vez em quando uso (mas sempre esqueço…)

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Já perdi a conta de quantas vezes tenho que procurar no google coisas como “install etckeeper amazon ami“. Este é um exemplo de atividade que eu faço muito de vez em quando e, exatamente por isso, nunca me lembro bem como se faz. E aí dá-lhe pai dos burros!

Enfim, os comandos são:

Etckeeper

É uma ferramenta que controla o seu /etc, com git ou bazar. Dia destes brinco um pouco com puppet & cia mas, por enquanto, estou usando ela.

Pulo do gato: habilitar o repositório epel.
No AMI: Editar /etc/yum.repos.d/epel.repo e habilitá-lo com enabled=1. Depois, mande um yum install etckeeper

Depois de instalado, faça o primeiro commit com etckeeper init e etckeeper commit.

MySQL User

Comando tudo-em-um que cria um usuário, associa uma senha e dá direitos ao zé:
grant all privileges on schulambsdb.* to 'clodiswaldo'@'localhost' identified by '1stupidpass';

Push-to-deploy

Para o pull funcionar, adicionar unset GIT_DIR logo no início do hook post-receive. O script em (meio tabajara) seria mais ou menos assim…

Ruby stuff

  • Desenv packages: yum install gcc-c++ curl-devel httpd-devel openssl-devel zlib-devel libxml2 libxml2-devel libxslt libxslt-devel make
  • Bundler for deployment: bundle install --deployment --without "test development"

Written by gandralf

December 28th, 2012 at 1:27 am

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O Crítico

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No meu último post, Quem sabe, faz. Quem não sabe, ensina. Ou não., minha birra era com o pessoal que aumentava a resistência à inovação graças à uma combinação ingrata de arrogância, ineficiência e objetivos questionáveis. E se algumas idéias boas foram má aplicadas, pior: elas ficam “queimadas”.

Mas o post foi superficial, sobre diversos pontos. Um deles é que é sobre arquétipos, não pessoas. De fato, a mesma pessoa pode se pegar assumindo um ou outro papel. E as motivações que levam as pessoas a agirem de uma forma ou de outra mal foram tocadas.

Por último, existem outros arquétipos envolvidos nesta história que não foram citados e podem ser mal interpretados, com o do crítico.

O termo “crítico” tem um apelo extremamente negativo para a maioria das pessoas. Ele é um chato e inútil. Ou incorpora a ácida piadinha do “Crítico é que nem eunuco, sabe como faz, vê fazerem todo dia, mas nunca fez nada”. E volta e meia é um insuportável Capitão Óbvio:
o crítico, versão capitão óbvio
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Written by gandralf

September 12th, 2011 at 7:09 pm

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Quem sabe, faz. Quem não sabe, ensina. Ou não.

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Tenho birra da frase “quem sabe faz, quem não sabe, ensina” porque ele tende a ser usado para justificar a ignorância. Mas tenho muito mais birra de quem a reforça. Quem está seriamente buscando se desenvolver pela via do conhecimento tem a obrigação de fazer valer o que sabe. Senão corre o risco de virar só mais um tolo pomposo, um pavão.

Ou melhor: um tolo pomposo não está seriamente buscando se desenvolver. Afinal, é um tolo. Quer falar, se achar, (se) enganar.

Neste caso, o cara chega, chama meio mundo de besta, diz que é o foda e, quando recebe a oportunidade do “então faz”, o resultado é decepcionante. E freqüentemente ele foge, deixa tudo uma zona e põe a culpa nos outros.

Quem nunca ouviu (ou viu) uma história assim?

E com isso, meu amigo, além do dano direto que causou com a zona que deixou para trás, gera um efeito colateral de reforçar o tal ditado. Daí a resistência gerada a mudanças ou a alguma técnica queimada pelo pavão é terrível para o curió que busca o saber para fazer melhor.

Além de se matar na tal “busca” do “saber”, este pode ser simplesmente errado ou inadequado ao contexto. Também pode ser irrelevante frente a outros fatores que passaram batidos. Pode ser incompleto, exigir uma prática que ainda não tenha, etc. Horrível e existem boas chances de você estar errado.

Mas a diferença principal entre os dois pássaros (pavão e curió) é que o segundo tende a perceber o erro e corrigir antes e sempre. Até acertar. E aí dá um passo à frente de quem continuou na mesma, achando que quem faz não precisa saber mais nada. E do pavão que só camufla.

Outro que pode sofrer as consequencias é quem ouviu os “ensinamentos” do pavão. Como ele (o pavão) não está comprometido em pôr seus conhecimentos à prova, é comum que se forme apenas um amontoado de coisas que não trazem nenhum diferencial real, mas seduz pelas aparências. Ou, mesmo que as idéias sejam bacanas, se reforça o mundo da fantasia. Ou seja, pavão que efetivamente não soube fazer não ensina, deseduca.

PS: uma perspectiva interessante relacionada a isso, mas aplicada a gurus ágeis está em Agile Ruined My Life.

Written by gandralf

September 9th, 2011 at 3:35 am

Japybara – testes funcionais e de integração para java

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Faz muito tempo que tenho uma preocupação muito grande com testes automatizados.

Meu primeiro contato foi, obviamente, com o JUnit, ainda em 2001. O que mais me encantou foi a possibilidade de aniquilar um fantasma que assusta muita gente: o “eu juro que já tinha testado!”.

Quantas vezes não fiquei com carão ao ver um bug que, sim, eu já tinha corrigido, mas ele teimava em voltar. Ou ainda mais simples: um bug desconhecido (e óbvio) sobre uma funcionalidade que já tinha sido bem testada, mas que quebrou por um efeito colateral qualquer.


Assim, a primeira coisa que me pegou foi a possibilidade de ter testes de regressão. Mas, obviamente, não foi a única. Junto com isso veio outras coisas, como o TDD, suporte a refactoring de gente grande, segurança, explorações, etc.
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Written by gandralf

August 7th, 2011 at 8:13 pm

Faça o seu site direito, p*rr@!

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Inspirado por inúmeros casos de pessoas reclamando de sites horrorosos que só funcionam no IE (como o do Christiano e da MacMagazine), resolvi descrever minha interação (obviamente frustrante) com um destes sites: a Vivo (no caso, a Loja Virtual, aonde estava procurando o iPhone4 para comprar).

Depois de quebrar a cabeça e chegar à conclusão que o negócio não funcionava no Safari/Chrome/Firefox, resolvi enviar uma mensagem para o “fale conosco” deles. Na hora, já sabia que era inútil, mas algum impulso sado(porque fui mega-pentelho)-masoquista me levou a escrever o seguinte:

Quase metade das pessoas que visitam a loja virtual da Vivo ficam frustradas porque o site simplesmente não funciona em seu navegador. Isto é, ele só funciona no Internet Explorer, que hoje deve estar com cerca de 50% do mercado. http://en.wikipedia.org/wiki/Usage_share_of_web_browsers

O pior é que fazer sua loja funcionar em todos os navegadores é fácil e rápido. Mas vocês têm que se mexer.

O triste é que eu sei que o responsável já sabe disso, mas não faz nada para corrigir. E sei que provavelmente esta mensagem vai ser ignorada com algo como “Ah, já sei disso, mas não vou fazer nada. Que chato, heim?” ou “Não posso fazer nada” ou algo dilbertesco como http://dilbert.com/strips/comic/2010-09-05/

Dilbert.com

E eis que recebo uma resposta! Obviamente, eles não se deram ao trabalho de pensar no problema por mais de dois minutos. Ao invés disso, me mandam aquela resposta-políticamente-vaga-que-não-diz-bulhufas (o negrito é por minha conta):
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Written by gandralf

May 31st, 2011 at 12:54 am

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Quando iterações atrapalham (aka scrum x Kanban)

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Duas alternativas interessantes em projetos (ou momentos) nos quais as mudanças são tão frequentes que o clássico planejamento de uma iteração timebox mais atrapalha do que ajuda são:

  1. Entender o porque e evitar esta instabilidade. Daria para perguntar coisas como:
    • Putz, não dá para esperar um sprintzinho, não?
    • Tem que fazer isso agora mesmo e arriscar o planejamento/meta do sprint (iteração) atual?
    • A principal causa destas mudanças é X, portanto temos que fazer Y de forma a trazer um mínimo de estabilidade para o sprint corrente. Por exemplo: acúmulo de dívidas técnicas => reverter o quadro, ou priorização equivocada => trabalhar melhor o backlog antes do sprint
  2. Chutar o balde e, ao invés de lutar contra estas mudanças, abraça-las de modo a trabalhar com elas da melhor maneira possível. Neste caso, aceita-se a impossibilidade (ou pouca praticidade) de se planejar um sprint com as tarefas x, y e z, sem surpresas significativas. E daí não dá para planejar o timebox bonitinho. Dá para, talvez, estabelecer um plano de entrega, baseado em metas.

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Written by gandralf

April 5th, 2011 at 6:15 pm

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Liquidagandra: Slashdot edition (News for nerds, stuff that matters)

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Depois do Liquidagandra vinhos, segue outra lista, agora de eletrônicos…

  • TV LCD Samsung 40″ series 6 (LN40A, full hd): 1800,00
  • TV LED Samsung 32″ UN32B6000: 1200,00
  • Home Theater Onkio 7.1 HT-SR800 2000,00 Acompanha os pedestais
  • PS3 slim + dois controles + jogos (God of War 1, 2 e 3, Rockband 2 e Beatles Rockband, Street fighter IV e Mirror’s Edge) + kit rockband completaço (duas guitarras, uma bateria e dois microfones)1200,00 (acho que a saída de audio pelo HDMI está ruim e não achei o adaptador para composite)
  • WDTV Live (para ver filmes na TV a partir de streaming do computador ou de pendrive/HD externo): 300,00
  • DVD Samsung H1080R: 200,00 (lindão!)
  • Impressora Laser ML-1630 Samsung: 350,00. Lindona. Acompanha carga de tinta.
  • Telefone sem fio siemens: 80,00
  • Rack Airon para TV/Home Theather: 750,00
  • iMac 24″ (Core 2 duo 2.4G, 4Gb, 320G HD): 3500,00

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March 30th, 2011 at 5:25 pm

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Liquidagandra: Vinhos

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Não deve ser novidade para meus conhecidos que em breve devo me mudar para o Chile. E também que eu gosto bastante de vinhos.

Acontece que eu tenho um monte de vinhos em casa, a maioria comprada durante minhas viagens ao Chile e Argentina. E, como não dá para levar tudo quando me mudar, resolvi passar alguns para frente.

Aproveite que é só barganha!!! Além de serem vinhos excepcionais, o preço deve estar entre 40%-70% do que se encontra nas melhores importadoras de São Paulo (aka Mistral). E outros que nem se encontra aqui, já que ficaram um pouco em guarda (2 anos+). Além do mais, eu usava estas viagens não para gastar menos, mas para comprar vinhos lá que eu não teria coragem de comprar no Brasil, já que estariam caros demais para meu gosto.

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Written by gandralf

March 6th, 2011 at 11:31 pm

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Out of Sight

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Um curta delicioso, que parece misturar Miyazaki com Charles Schulz (Snoopy/Peanuts)

Written by gandralf

March 6th, 2011 at 11:33 am

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Not Business as Usual

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Dia destes prometi passar algumas referências meio heterodoxas, sobre administração e negócios, para um amigo meu. Bom, ao invés de um email só para ele, resolvi deixar estas referências aqui, mesmo.

Entrevista com o Ricardo Semler:

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Written by gandralf

December 20th, 2010 at 2:36 am

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